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EUA Intensificam Ofensiva no Iêmen: Trump Ordena Ataque Estratégico Contra Rebeldes Houthis



Em uma movimentação que eleva a tensão no Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (15) uma ofensiva militar de grande escala contra os rebeldes houthis no Iêmen. A decisão ocorre em resposta aos ataques contínuos do grupo contra embarcações no Mar Vermelho, comprometendo a segurança da navegação internacional e desafiando diretamente interesses estratégicos americanos e de seus aliados.


O ataque, liderado pelo grupo de ataque do porta-aviões USS Harry S. Truman, teve como alvos principais instalações militares controladas pelos houthis, incluindo radares, sistemas de defesa aérea e arsenais de mísseis e drones. Relatórios preliminares indicam que pelo menos nove combatentes foram mortos, além de outros feridos, enquanto danos estruturais significativos foram registrados em Saná, capital do país.


Escalada das Tensões e Pressão Sobre o Irã


A ofensiva americana ocorre em um contexto de crescente escalada entre os Estados Unidos e grupos armados apoiados pelo Irã no Oriente Médio. Em seu pronunciamento oficial, Trump foi categórico ao afirmar que seu governo não tolerará mais ações hostis no Mar Vermelho e acusou Teerã de ser um dos principais responsáveis pela desestabilização na região.


"O regime iraniano deve cessar imediatamente seu apoio aos houthis e a outras milícias terroristas que ameaçam a segurança global. Caso contrário, enfrentará consequências severas", declarou o presidente.


A Casa Branca reforçou que a ação militar faz parte de um plano mais amplo para restabelecer a liberdade de navegação e garantir a proteção de rotas comerciais vitais para a economia mundial. O Pentágono, por sua vez, destacou que operações futuras não estão descartadas e que a presença militar dos EUA na região será mantida enquanto houver ameaças aos seus interesses.


Reação Internacional e Possíveis Desdobramentos


A operação americana gerou reações mistas na comunidade internacional. Enquanto aliados tradicionais, como o Reino Unido e Israel, manifestaram apoio à iniciativa, países como Rússia e China alertaram para o risco de uma escalada ainda maior no conflito. Especialistas em geopolítica avaliam que o ataque pode intensificar a resposta de grupos pró-Irã, ampliando as frentes de confronto no Oriente Médio.


Nos bastidores diplomáticos, há uma expectativa crescente sobre possíveis retaliações por parte dos houthis, que, apesar dos ataques sofridos, já demonstraram capacidade de reagir com ofensivas contra bases e interesses ocidentais na região.


Com a decisão de intensificar o uso da força militar, Trump reafirma sua postura de enfrentamento direto contra grupos insurgentes no Oriente Médio, consolidando uma estratégia que pode ter impactos profundos na estabilidade global e nas relações entre Washington e Teerã.


Fonte: G1 - Globo

 
 
 

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